O SapiensLabs é uma publicação que cobre política, comunicação, inteligência artificial, tecnologia, clima e bioeconomia, com atenção ocasional a livros, fotografia e ao que mais aparecer pelo caminho. O foco está em leitura de cenário e jornalismo de contexto, quase sempre apoiado em dados que a própria publicação coleta e organiza, e não em cobertura factual de última hora.
O principal produto é a série Eleições 2026: uma análise semanal da cobertura da imprensa sobre os candidatos à Presidência da República, publicada às segundas-feiras, e um balanço mensal, publicado no primeiro dia de cada mês. As duas saem de um painel próprio que acompanha cerca de 1,8 mil veículos de imprensa e já reuniu mais de 70 mil artigos desde 25 de março de 2026. O painel classifica volume, tom e tópicos por candidato, mapeia os veículos por linha editorial e publica a metodologia, o histórico de mudanças, uma API pública e os conjuntos de dados. Ele mede como a imprensa cobre a disputa, não intenção de voto, e não é pesquisa eleitoral. Tudo o que o projeto produz, dados e textos, é publicado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 (CC BY 4.0).
Dois monitores parlamentares completam o conjunto: o Monitor da Câmara dos Deputados e o Monitor do Senado Federal. São painéis atualizados todos os dias sobre os dados abertos das duas Casas: votações nominais, discursos, proposições e gastos da cota parlamentar, além de um mapa de pautas extraído dos próprios discursos. Cada monitor rende um balanço editorial mensal no blog, publicado nos primeiros dias do mês seguinte.
O Noos é a revista de ideias do SapiensLabs: uma publicação em português sobre a inteligência por trás da IA e o conhecimento de fronteira, com a postura do cético que ainda se maravilha, nove princípios editoriais públicos e ensaios assinados pela redação. Vive em noos.ia.br e tem newsletter própria.
Há ainda textos autorais avulsos, publicados quando há algo a dizer e não antes.
A operação combina trabalho editorial humano com automação. A coleta dos artigos, a verificação de relevância e a classificação de tom e tópicos são feitas por modelos de linguagem, e podem conter erros. O texto das análises é escrito por um modelo editorial a partir dos dados agregados do período, seguindo um manual de estilo próprio e regras de atribuição. Cada post informa ao final quais modelos foram usados naquela edição, e cada painel tem uma página de metodologia. Todo conteúdo passa por revisão humana antes de ir ao ar. Nada é publicado de forma automática. Os painéis descrevem o que os dados mostram e não emitem juízo sobre pessoas ou partidos.
A edição é feita por Leonardo Fontes.
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